Descrição da imagem Biblioteca científica essencial | Equilíbrio Energético
Conteúdo educativo — não substitui diagnóstico, tratamento ou avaliação técnica profissional.
Autores e instituições

Biblioteca científica essencial

Uma seleção inicial de pesquisas e documentos que ajudam a compreender o debate sobre baixa frequência e radiofrequência.

Baixa frequência e leucemia infantil

Ahlbom e colaboradores — 2000

Análise conjunta de nove estudos sobre campos magnéticos residenciais e leucemia infantil. Observou associação nas exposições mais altas, sem estabelecer causalidade.

Greenland e colaboradores — 2000

Análise de dados individuais de estudos epidemiológicos. Também encontrou aumento estatístico nos grupos de maior exposição, com limitações decorrentes do pequeno número de expostos.

Kheifets e colaboradores — 2010

Análise de estudos posteriores, com sinais menos consistentes e estimativas imprecisas nas categorias mais altas.

Radiofrequência

IARC — 2011

Classificou radiofrequência como possivelmente carcinogênica para humanos, Grupo 2B, com base principalmente em evidência limitada sobre uso intenso de celulares e alguns tumores.

ICNIRP — Diretrizes de 2020

Diretrizes para limitar exposições entre 100 kHz e 300 GHz, destinadas a prevenir efeitos adversos estabelecidos, incluindo aquecimento excessivo e estimulação.

Organização Mundial da Saúde

Publica fichas, avaliações e materiais sobre campos eletromagnéticos, destacando mecanismos conhecidos, limites, pesquisas e comunicação de risco.

Instituições úteis

  • Organização Mundial da Saúde — OMS.
  • Agência Internacional de Pesquisa em Câncer — IARC.
  • International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection — ICNIRP.
  • National Institute of Environmental Health Sciences — NIEHS.
  • Agência Nacional de Telecomunicações — ANATEL.
  • Agência Nacional de Energia Elétrica — ANEEL.
Atualização: este portal deve revisar periodicamente as referências, pois diretrizes, revisões e tecnologias podem mudar.

Como usar esta biblioteca

Comece pelas revisões e avaliações de conjunto. Depois leia os estudos originais. Compare resultados, métodos, população, exposição e limitações. Evite retirar frases isoladas do contexto.